O custo de um projeto de impermeabilização gira em torno de 1% a 3% do valor total da obra, dependendo do tipo de projeto, área em construção e dos acabamentos finais. A correção de problemas decorrentes do uso de produtos inadequados ou da ausência de impermeabilizantes pode chegar a 10% ou 15% do valor do imóvel. A grande diferença de valores, entre as duas situações, nasce nos processos de reforma ou pela necessidade de se refazer boa parte da construção, retirar acabamentos e calcular toda a logística e contratação de mão-de-obra.
Dados do mercado de construção civil mostram que 80% dos condomínios da grande São Paulo apresentam problemas graves de infiltração, causados pela falta de impermeabilização e reformas. Dor de cabeça para o proprietário do imóvel, mas também para o síndico, responsável por administrar e conscientizar os condôminos da importância de se fazer a correta impermeabilização, tema não muito compreendido pela população.
O assunto é de extrema relevância para o segmento, por se tratar de um dos itens mais importantes de uma obra. A maioria das pessoas, no entanto, não tem conhecimento da dimensão do problema que pode ocorrer em um imóvel que não é impermeabilizado.
O estado de conservação de áreas comuns dos edifícios reflete no preço do imóvel para compra e venda. Daí a importância da manutenção periódica, que inclui o cuidado permanente com a impermeabilização, item responsável por garantir qualidade, durabilidade, conforto e salubridade de um imóvel. Sem ela, inúmeros problemas podem ocorrer, entre eles, infiltração, mofo, corrosão da estrutura do imóvel, curtos-circuitos e até a queda da estrutura, em casos extremos. Outro ponto que merece a atenção é que a impermeabilização tem uma vida útil de cerca de 20 anos.
Um prédio em bom estado é, sem dúvida, muito mais valorizado que os que aparentam desgaste e necessidade de reparos. Mas como encontrar a melhor solução para alguns problemas que ocorrem na estrutura do prédio como, por exemplo, a água que fica retida dentro da laje, causando a sua corrosão e um rompimento futuro, mas que ninguém vê?
Um problema constantemente encontrado em lajes do térreo serve de exemplo: os vazamentos de água em ralos e juntas de dilatação, que causam estragos em automóveis no subsolo. Nesse caso, o comum é que o síndico chame uma empresa para fazer a impermeabilização para resolver o problema local, onde a infiltração é visível. Só que o vazamento pode estar num ponto distante dali.
Em construção e reforma, é comum os proprietários dos imóveis terem pressa de ver a obra finalizada, principalmente pelo transtorno do quebra-quebra. É aí que mora o perigo. Algumas atividades indispensáveis, como a impermeabilização, passam despercebidas por não constarem, na maioria das vezes, no projeto e também pelo fato de que o responsável pela obra não recebe uma orientação adequada sobre a aplicação dos produtos. Os procedimentos de impermeabilização evitam os danos causados pelos efeitos indesejados da água, que resultam em imóveis de alto padrão com problemas de bolor, umidade, infiltrações, insalubridade e depreciação estética.
Quando a impermeabilização é realizada no início da obra, o custo chega a 1% do valor do imóvel. Mas, para corrigir estes problemas de umidade, dependendo do padrão do imóvel, o gasto pode chegar a até 20 vezes o que se gastaria para prevenir, ou seja, um quinto do valor do imóvel. Há casos em que é necessário realizar a correção mais de uma vez, fator que amplia o prejuízo.
Há muitos detalhes na impermeabilização que precisam de atenção. Impermeabilizar o alicerce, por exemplo, é importante para evitar que a umidade suba pela parede. Mas é comum acontecer do contrapiso encostar-se à parede, criando uma ponte para a água subir (a água sempre sobe no máximo 80 cm acima do nível do solo) ou o reboco da parede encostar-se no contrapiso, fazendo também uma ponte. Estes locais de contato devem ser impermeabilizados adequadamente, para que a água não forme caminhos dentro dos diferentes sistemas que compõem a construção. É importante ressaltar que os sistemas elétrico e hidráulico devem ser realizados antes da impermeabilização.
Não existe nenhum curso superior que possua a disciplina “impermeabilização” e o aplicador é geralmente um profissional sem formação teórica. Desta forma, o conhecimento fica restrito apenas à experiência, herdada muitas vezes da família.Portanto o responsável pela obra deve procurar uma orientação técnica por meio de um fabricante, que tenha a filosofia de suporte ao cliente, para que possa obter a melhor solução para cada caso e tipo de aplicação na obra. (Informações de Luiz Rodrigo de Vasconcellos, diretor da Mactra Impermeabilizantes)
Nas piscinasUma piscina em casa é uma das melhores formas para garantir momentos refrescantes no verão. Porém, para evitar dor de cabeça posterior, realizar a impermeabilização é imprescindível para garantir a qualidade da obra.
A vida útil, qualidade e segurança de uma piscina dependem diretamente do sistema de impermeabilização. Essa prática tem o objetivo de evitar infiltrações, eflorescências, vazamentos e ações de diversas rachaduras. A impermeabilização representa de 3% a 5% do custo total da obra. Se o serviço não for executado corretamente, os gastos são maiores – remover os azulejos e reimpermeabilizar representa um acréscimo de 10 a 15% do valor da construção.
É importante observar o tipo de piscina para definir o método de impermeabilização mais adequado. Para aquelas de vinil e fibra de vidro, os cuidados com a impermeabilização são quase inexistentes, assim como nas de fibra que, em geral, necessitam de aplicação de selantes na junção das tubulações com a estrutura da piscina.
Piscinas em concreto armado, alvenaria, enterrada e, principalmente, quando se tratar de uma piscina aquecida, a utilização de um impermeabilizante flexível – resistente às movimentações naturais - é imprescindível.
Hoje o mercado dispõe produtos que substituem a tradicional manta asfáltica, garantindo bons resultados com redução de custo. São revestimentos cimentícios e acrílicos impermeabilizadores flexíveis, que não necessitam de mão-de-obra especializada para a aplicação que, ao contrário da manta, é realizada a frio (sem fogo e perigo ao aplicador). Além disso, o azulejo pode ser assentado no impermeabilizante.
No caso das mantas, existe a necessidade de proteção mecânica entre a alvenaria e o revestimento de acabamento, diminuindo o volume da piscina e aumentando custos com mão-de-obra. Esta nova tecnologia também não oferece o risco de descolamento, como ocorre com a manta no caso de uma variação térmica ou ação da água por fora da piscina (pressão negativa).
Antes de utilizar o produto na piscina, é necessária a aplicação de um revestimento acrílico impermeabilizante semiflexível (utilizado como ponte de aderência entre a superfície e a impermeabilização); em alguns casos, recomenda- se a utilização de um estruturante (tela de poliéster). Em seguida, é aplicado o impermeabilizante flexível. O mercado oferece variadas opções de produtos.
Um revestimento acrílico impermeabilizante flexível, composto por uma argamassa acrílica apropriada para alicerces; piscinas de alvenaria e concreto; muros de arrimo; reservatórios e áreas frias (banheiros, cozinhas e lavanderias) e em situações suscetíveis à movimentação. Não exige mão-deobra especializada; pode ser aplicado direto na alvenaria; possui resistência de oitenta metros de profundidade.
É preciso atentar-se à preparação dos pontos mais suscetíveis a apresentar problemas – ralos de fundo; dispositivos como os de retorno, aspiração e hidro; sistemas de iluminação e skimer. Ao final do processo, estes pontos críticos devem ser vedados com um adesivo selante. Recomendase o rebaixamento de um centímetro ao redor destes, com largura de um centímetro. Esta é a preparação para o tratamento com selante adequado.
O vazamento pode acontecer, por exemplo, por causa de um pequeno parafuso colocado no local para fixar o novo sistema de segurança do edifício. Esse mesmo parafuso, inocente, fura a manta asfáltica que está por baixo do piso do térreo e que, por isso mesmo, ninguém lembra que ela existe.
Outros problemas comuns causados pela ação do tempo e que são encontrados durante inspeções prediais são ferragens expostas em estruturas, instalações inadequadas de equipamentos que danificam o sistema impermeabilizante e outras anomalias invisíveis aos olhos dos que não são profissionais.
Alguns tipos de vazamentos, como os de piscinas e reservatórios, podem ser detectados pelos seguintes sinais:
• conta de água com aumento anormal e sem origem aparente;
• poças d’água ou grama crescendo em uma determinada área próxima à piscina ou ao reservatório;
• piso cedendo na área ao redor;
• constante necessidade de completar o nível da água (piscina);
• existência de trincas ou rachaduras internas ou no piso adjacente. As trincas de revestimento podem ter origem em trincas na estrutura.
Há uma grande variedade de sistemas impermeabilizantes no mercado brasileiro, graças à força de união que a indústria mobiliza para alcançar objetivos comuns e resultados positivos para o segmento. No entanto, todos esses esforços e investimentos em tecnologias necessitam do envolvimento do revendedor e da disponibilidade do produto no PDV.
Esse item, essencial em qualquer tipo de edificação, representa uma pequena fatia do faturamento das revendas. Porém, tem uma margem de lucro considerável e benéfica para o giro de produtos. O lojista pode agregar valor às vendas de material básico, incorporando os produtos para impermeabilização nos pedidos de cimento, areia, ferro, tijolos ou blocos. Agindo assim, o revendedor aumenta o giro do produto em sua loja e ainda proporciona maior confiabilidade aos seus clientes, agregando um serviço de orientação complementar ao seu negócio.
Gustavo Herr, da Herr, vê luz no fim do túnel para o mercado nacional, mas faz algumas criticas às ações de alguns setores do Governo. “Creio que o mercado está reagindo, mas mesmo assim existe muito que melhorar e desenvolver para que se chegue a patamares melhores tanto para as empresas como para as pessoas em geral. As empresas fazem menos estoque e, quando tem a venda, querem o material com uma urgência quase impossível de se conseguir. Isso mostra um pouco de despreparo, desorganização e também falta de capital para se ter produtos de alto giro em estoque.
Infelizmente muitas vezes o Governo passa informações para as pessoas que não são reais.Isso para que as mesmas acreditem que está tudo melhor. Melhor está, porém temos um grande e árduo caminho para desenvolver. Jamais ouvi falar que não estamos em crise ou com sérios problemas em nosso País, e a solução, na minha opinião, é trabalharmos mais, reclamarmos menos e acreditar que assim poderemos nos tornar um país muito melhor e mais justo.”
Os recentes investimentos feitos pelo Governo Federal nos programas habitacionais anima as empresas fabricantes, como explica Cesar Cotillo, gerente de Marketing da Divisão de Químicos para Construção da Basf. “O mercado brasileiro oferece muitas oportunidades de crescimento para nosso negócio. Existe atualmente uma necessidade de inovação no sistema construtivo, motivada, principalmente, por programas do governo brasileiro e obras de infraestrutura. A Basf corporativamente tem planos para investir 200 milhões de euros até 2012. A maioria desses investimentos será destinada à modernização e expansão de seus processos produtivos e manutenção de infraestrutura na América do Sul.”
Norma técnicaA indústria de impermeabilizantes acompanha de perto os processos de normatização. Atenta aos inúmeros problemas que o mercado enfrenta, a Vedacit/Otto Baumgart direciona todas as suas ações sobre a conscientização dos profissionais, aplicadores e consumidores, para entenderem a importância da impermeabilização. Não apenas no sentido da preservação do imóvel e da sua longevidade, mas também no que diz respeito à garantia de salubridade dos ambientes da vida humana. Há dois anos, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – outorgou a NBR 9952/2007, enumerando os requisitos mínimos para fabricação de manta asfáltica.
Sua segunda revisão teve a participação de especialistas, fabricantes, aplicadores e construtoras, tornando a norma ainda mais rigorosa quanto ao desempenho e durabilidade do produto, aumentando a confiabilidade do mercado.

Mas, para a iniciativa alcançar absoluto sucesso, é importante que o lojista continue atento às novas exigências, assim como em todos os demais sistemas de impermeabilização hoje aplicados na construção civil.
Apenas um sistema está envolvido na NBR 9952/2007. Para projeto e seleção de impermeabilização, a norma vigente é a NBR 9575, de outubro de 2003, que também está em processo de revisão, enquanto a NBR 9574 atende à execução.
A norma para mantas asfálticas ficou mais abrangente, com melhores condições e opção aos projetistas, construtores e consumidor final, aumentando ainda mais a qualidade. O fabricante tem a responsabilidade de obedecer às normas técnicas, e seus produtos devem atender às exigências da ABNT.
A Vedacit/Otto Baumgart segue a NBR 9952, e participa das comissões de estudo que atualizam essas normas.

Os conceitos anunciados pela norma podem parecer técnicos demais para o revendedor. Porém, se ele for observador e criterioso, poderá preservar o respeito às normas apenas trabalhando com marcas que seguem os padrões de qualidade impostos pela ABNT, além de consultar as informações contidas nas embalagens e realizar as próprias pesquisas. O mais importante é frisar bem que toda obra feita com manta asfáltica fora das normas terá seu desempenho e durabilidade comprometidos.
Para a Denver Impermeabilizantes, a mão-de-obra é fundamental para a boa aplicação dos produtos. “Mais do que especializada, a impermeabilização exige mão-de-obra criteriosa.A forma como os produtos são disponibilizados nas revendas, aliada aos cursos e treinamentos oferecidos pela indústria, contribui para que todo bom profissional aplique adequadamente um impermeabilizante. Obviamente, em obras e aplicações de grandes proporções, a complexidade do projeto pode induzir à necessidade de um profissional mais especializado em determinadas aplicações”, informa Sergio Guerra, diretor comercial da empresa.
E acrescenta que os revendedores devem ficar atentos às oportunidades de negócio geradas pelos impermeabilizantes. “Não consideramos uma ‘venda casada’, mas um serviço de orientação, no qual o revendedor pode propiciar para seus clientes conhecimento sobre a importância de preparar as estruturas da obra com o impermeabilizante adequado. Isso proporciona maior durabilidade e segurança para os outros produtos de acabamento.
O lojista deve orientar seus clientes sobre a necessidade de impermeabilizar uma área fria, antes de colocar o revestimento. Lembrar quanto é importante adicionar um adesivo ao gesso para garantir maior durabilidade desse material. Ou sobre a adequada impermeabilização das fundações e baldrames, que asseguram às paredes se manterem devidamente secas para receber uma pintura, evitando o aparecimento dos mofos e tradicionais umidades de rodapé. São procedimentos simples, mas que garantem a qualidade e o futuro de uma construção”, afirma.
A questão da venda casa é um tema que Gustavo Herr, gosta de enfatizar para os revendedores, principalmente para alerter os compradores. “Acreditamos que, se você vai fazer um pintura, por exemplo, em uma casa, talvez antes seja necessário
ver se existe umidade na parede caso contrário se pintará e em pouco tempo terá que se pintar novamente. Outra possibilidade é você ter um pequeno vazamento seja na parede ou telhado e isto estragar toda uma pintura ou reforma.
São apenas dois exemplos, porém, infelizmente muitas vezes o cliente no ponto-de-venda não está disposto a gastar um pouco mais ou se previnir ou ainda o vendedor só oferece aquilo que é solicitado sem mostrar que as vezes é melhor se
precaver do que simplesmente jogar o problema debaixo do tapete ou para a frente.”
A Lwart tem grande preocupação com a exposição dos seus produtos no ponto-de-venda, como deixa claro Emil Fehr. “Procuramos simplificar e facilitar a vida dos consumidores. Percebemos que boa parte deles não tem conhecimentos mínimos do que seja impermeabilização, das possibilidades que os produtos oferecem e de como satisfazer suas necessidades nessa área.
Assim, recentemente promovemos uma grande alteração na linha Ciplak, voltada para o varejo, em que simplificamos nomes e embalagens, ligando-os diretamente às suas aplicações, como Veda Caixa, Veda Umidade Parede, Manta Piscina etc., tudo para facilitar a vida dos consumidores. Além disso, realizamos demonstrações de produtos nas lojas e temos promotoras de vendas nos home centers, todas funcionárias próprias, com bastante conhecimento do que é impermeabilização.
Colocamos ainda nos PDVs muito material como folhetos, banners, displays. Tudo isso complementado com um forte programa de treinamentos para varejistas, seus funcionários e consumidores.
Acreditamos que todo esse conjunto de ações, além de facilitar muito a vida dos consumidores que buscam soluções para questões de impermeabilização, torna bastante atraente para o varejista trabalhar com a marca Ciplak. E os números de nosso crescimento nos dão motivos para pensar assim!”
Limites aceitáveisQuando o assunto é impermeabilizantes, o consumidor acaba sempre criando uma ligação com a marca Vedacit, da Otto Baumgart. Por ser um produto tradicional e líder de mercado, tornou-se sinônimo da categoria. “Ter esse produto como nosso carro-chefe tem muitas vantagens. No entanto, pode acabar confundindo o consumidor, que mistura o nome do produto com o nome da empresa. Esse processo abre portas, mas também deixou o mercado mais exigente e aumentou a responsabilidade da nossa empresa”, observa Sérgio Lombardi, gerente comercial da Vedacit/Otto Baumgart.
No ano passado, a fábrica de São Paulo da Vedacit/Otto Baumgasrt fechou seu faturamento em R$ 220 milhões, 17% a mais que em 2007, e a planta de Salvador, em R$ 32 milhões, apontando um crescimento de 15%. Os resultados em relação ao ano passado e as expectativas para 2009 levaram a empresa a manter todas as ações de marketing, como a renovação, por um ano, do patrocínio ao time do Bahia, a manutenção do plano de mídia e mais um ano de contrato com o estúdio de Maurício de Sousa. Ao contrário do que estão fazendo várias empresas do setor da construção civil, a empresa manteve, para 2009, a participação, de março a novembro, nos principais eventos do setor.
Para preservar uma postura e liderança conquistada ao longo de muitos anos, a empresa realiza treinamentos de conscientização ambiental, nos diversos níveis organizacionais, e entende que deve produzir com responsabilidade e compromisso com o meio ambiente. “Hoje, adota processos de fabricação que não geram resíduos ou emissão de gases, e seus produtos respeitam os limites aceitáveis de VOC, os chamados compostos orgânicos voláteis”, completa Lombardi, destacando a contribuição da Otto Baumgart nas ações de sustentabilidade do setor.
RelacionamentoA Vedacit/Otto Baumgart faz treinamentos constantes com os revendedores, por meio de palestras e demonstrações de produtos, disponibilizando também uma gama de folhetos explicativos, vídeos de aplicação, entre outros. “O revendedor conta ainda com o apoio de nosso departamento técnico, por meio do Ligue Vedacit, através do qual pode esclarecer dúvidas sobre a utilização ou até mesmo qual produto utilizar para uma determinada situação. Temos também o site (www.vedacit.com.br), com todas as informações sobre os produtos, vídeos de aplicação, localização de nossas filiais e escritórios regionais”, informa Sergio Lombardi.
“Investimos pesadamente na formação de profissionais, e oferecemos cursos especializados em impermeabilização para as revendas. Também ministramos cursos nas dependências da fábrica de Suzano/SP, onde apresentamos os processos de fabricação, aplicação e uso de nossos produtos, com informações detalhadas. As aulas incluem teoria e prática de aplicação dos produtos para impermeabilização, inclusive de mantas asfálticas. Todos os participantes têm a oportunidade de fazer um teste de aplicação em locais especialmente desenvolvidos para simular as condições de aplicação de campo. Esse serviço é gratuito e os revendedores podem solicitar sempre que necessário.
Nosso maior foco no momento é na informação. Quanto mais conseguirmos dividir a informação que o nosso quadro técnico possui com o consumidor final, mais esse consumidor vai buscar produtos que sejam adequados para aquela determinada situação, saindo daquele folclore que existe um produto milagroso que dá resultado para tudo. Isso não existe. O que existe são produtos adequados para cada situação. Nós queremos dividir o máximo de informação para que o consumidor possa tomar uma decisão consciente”, informa Sergio Guerra, diretor comercial da Denver Impermeabilizantes.
“O nosso relacionamento com os revendedores é de total apoio e colaboração. A Basf realiza as revendas técnicas de químicos para construção, impermeabilização e varejo com programas de treinamento e divulgação para engenheiros, arquitetos e técnicos de edificações. Trabalha também com programas de capacitação profissional voltados para profissionais da construção, sempre alinhando a alta tecnologia da Basf com a fácil aplicação dos produtos”, conta Cesar Cotillo, gerente de Marketing da Divisão de Químicos para Construção “A Herr prima pela apresentação dos produtos e qualidade dos mesmos se espelhando nos líderes de mercado, acreditando que assim os resultados aparecem. A exposição dos mesmos depende muito dos espaços das ferragens e lojas de materiais de construção, mas em geral onde estamos nos destacamos pelas nossas embalagens”, informa Gustavo Herr, que acrescenta: “o relacionamento com os revendedores é melhor possível e procuramos informar e se possível treinar os vendedores e donos das lojas para que possam se tirar as dúvidas.”
Para Emil Fehr, gerente de

Marketing da Lwart Química, “o relacionamento é bom e está se fortalecendo cada vez mais, à medida que mais e mais varejistas passam a trabalhar conosco e a nos conhecer melhor. Sabemos que boa parte deles trabalha com mais de uma marca. Queremos, então, estar presentes, ganhar espaço pela qualidade de nossos produtos e de nosso atendimento. Preocupamo-nos tanto com o varejista como com o consumidor final. Sabemos que nem todos no mercado têm essa filosofia, mas queremos ser assim. Queremos que o consumidor saiba o que está comprando, seja bem informado e compre produtos corretamente, com qualidade.
E queremos ajudar o varejista a fazer uma boa venda, a atender bem a seu consumidor para que este volte a seu estabelecimento. E treinamento é fundamental nesse processo. Treinamento para compradores de lojas, para ajudá-los a entender as possibilidades e soluções em impermeabilizações, para poderem comprar o produto adequado para suas lojas. Treinamento para atendentes, balconistas e outros funcionários que interagem com os consumidores finais, para que possam identificar a real necessidade dos consumidores e fazer a melhor recomendação de solução. E, finalmente, treinamento para segmentos de consumidores como construtores, pedreiros e outros que estejam ligados diretamente ao uso dos produtos, para que possam aplicá-los de forma correta.
Assim, com consumidores e varejistas satisfeitos, nosso negócio vai continuar a crescer cada vez mais.” “A Empresa MSET fornece treinamentos de acordo com a solicitação de nossos parceiros, com um mix extenso de produtos.Possuímos módulos distintos para cada tipo de cliente: lojas, home centers, revendas técnicas e clientes finais(engenheiros e arquitetos). Em São Paulo e na Grande São Paulo, as lojas e home centers são atendidos por uma equipe específica; para os demais estados, temos uma boa equipe de representantes”, informa Ismael Schiavetti Labão, gerente nacional de Vendas Técnicas da Bautech.
SustentabilidadeA Vedacit/Otto Baumgart tem responsabilidade e compromissos com o meio ambiente. Durante os processos de fabricação dos produtos da empresa não são gerados resíduos nem emissões de gases. A empresa desenvolve produtos com limites aceitáveis de VOC (compostos orgânicos voláteis). Além disso, realiza treinamentos de conscientização ambiental nos diversos níveis organizacionais.
Segundo Sergio Guerra, da Denver Impermeabilizantes, “esta é uma das muitas prioridades no nosso negócio. Tanto para o uso de produtos ecologicamente corretos, como para a correta disposição de resíduos. Houve, nos últimos anos, um grande número de desenvolvimento de novos produtos, em substituição aos antigos à base de solventes. Hoje temos vários itens com a base de água ou até isentos de solventes. Nossa linha conta vários itens com foco sustentável, porém a área de impermeabilização e proteção superficial que trabalhamos por si própria já visa aumentar a durabilidade da edificação, evitando assim a reforma e a demolição, o que também contribui com a sustentabilidade do projeto.
Nossa empresa já toma uma série de medidas para tornar toda a sua linha de produtos cada dia mais sustentável, dando preferência ao uso de matérias-primas regionais e recicláveis, e procuramos sempre que possível trabalhar com produtos com baixo índice de compostos orgânicos voláteis.” A Baasf é uma indústria química comprometida globalmente com os princípios do desenvolvimento sustentável, por isso trata os assuntos de segurança e meio ambiente com muita seriedade, fazendo com que seja parte integrante do dia a dia de cada colaborador. Por meio de programas e ações, como por exemplo, a participação no Programa Atuação Responsável®, reforçamos o comprometimento de todos os colaboradores para um ambiente cada vez melhor e mais seguro.
”Temos uma fábrica em Porto Alegre,RS, e somos um empresa em crescimento; em alguns produtos já somos líderes em nosso estado.Todas as matérias-primas utilizadas por nossa empresa são consumidas, e suas embalagens entregues a empresas que dão o correto destino”, informa Gustavo Herr. “O grupo Lwart é formado por quatro empresas que atuam nas áreas química, lubrificantes, reflorestamento e celulose, e fibras especiais. Em todas elas, temos já há bastante tempo grande preocupação com o impacto de nossas operações não só sobre o meio ambiente, mas também na comunidade na qual atuamos. Cada vez mais se fala em ciclo de vida do produto, em reciclagem.
O negócio inicial do grupo, há 30 anos, é justamente esse: a reciclagem de óleos lubrificantes. Preocupação com destinação de resíduos e consumo responsável de água sempre fizeram parte de nosso dia a dia. Ao lado disso, temos também todo um trabalho social, em que procuramos, além de apoiar iniciativas da comunidade, desenvolver projetos próprios, como o Projeto “Líderes”, que ajuda jovens carentes a desenvolverem todo seu potencial como pessoas e profissionais”, informa Emil Fehr, gerente de Marketing da Lwart Química.
“A Quimicryl é comprometida com o meio ambiente. É por esta razão que estamos em fase de implantação da ISO 14.001. Além disso, nossas soluções contribuem com a adequação dos sistemas construtivos aos conceitos de sustentabilidade.
A trajetória da empresal é permeada pelo compromisso de estabelecer, manter e melhorar a eficácia e eficiência de seu Sistema de Gestão. Acreditamos que oferecer soluções inovadoras, atendimento técnico e produtos de excelente qualidade são elementos vitais para se construir uma relação de confiança.
Estamos no caminho certo. Em 18 de junho, realizamos a décima auditoria de nosso Sistema de Gestão da Qualidade com resultados expressivos. Além de demonstrar nossa capacidade sistêmica em atender aos requisitos da ISO 9001, aplicáveis aos produtos e serviços, realizamos também a transição de nossa certificação para ISO 9001:2008 sem a identificação de qualquer não conformidade (maior ou menor)”, informa José Chagas, diretor da empresa.
Segundo Ismael Schiavetti Labão, da Bautech, “nossas duas unidades fabris atendem com folga aos parâmetros da Cetesb.Possuímos tratamento de efluentes, além disso buscamos, sempre que possível, não utilizar solventes em nossas formulações. Dos 165 produtos em nossa linha, apenas quatro produtos utilizam solventes, sendo que estes não representam sequer 1% em peso da nossa produção anual.”
